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quinta-feira, 14 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
HOJE É ASSIM
Vou diabolando pela casa como um fantasma sem objetívos,sonhos ou miragens a não ser o de assustar o meu próprio ser.
Entre o dia e a noite há diferenças que não vejo, não sinto, não oiço...A loucura que ameaça a mente mais sã, também consegue derrubar a pobre minha deserta vida.
Isto passa, tudo passa e de longe no tempo, já nem é nada.
É como quando temos um problema e o escrevemos num papel, dobramos e guardamos num pote. O problema está arrumado, passado um tempo, buscamos o papel e já está resolvido.
Assim o espero resolver
terça-feira, 5 de agosto de 2014
VIAGENS
Agora estou a encontrar o iquelibrio perdido. Foram as horas no aeroporto, a minha solidão entre a multidão,. O achar um amigo virtual e imaginario que me acompanha e me aconselha.
Foram uns dias especialmente bons.. Barcelona está de braços abertos a quem está de alma e coração naquelas ruas e praças..onde impera a cidade de Gaudí....o porto e a Rambla!
A principal atração, as minhas netas e a minha filha! Os desportos, agora em tempo de férias, mergulho e vela, assustam um pouco.
Depois do regresso volta a rotina, bendita rotina quando à projétos de vida melhoras prometidas e Fé em Deus a acompanhar.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
domingo, 3 de agosto de 2014
NÃO É NADA!
Como eu sofri e me enfeitei para ti....perfumei.me, vesti a blusa de renda, maquilhei-me como fosse a uma festa!
Chorei como uma madaléna!
Não quero que tenhas pena...Nem quero que me abraces, como se fosse possível!
Amanhã já não é nada (por fora)
Chorei como uma madaléna!
Não quero que tenhas pena...Nem quero que me abraces, como se fosse possível!
Amanhã já não é nada (por fora)
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
[Senhor, nas minhas veias]
Vitorino Nemésio
Vitorino Nemésio
Senhor, nas minhas veias
Trago a morte medida.
Sou lâmpada de pobre:
Nem toda a noite a vida.
Trago a morte medida.
Sou lâmpada de pobre:
Nem toda a noite a vida.
Já meu sangue estremece;
Veio uma asa ao lago.
Minha mão arrefece
Nestas coisas que afago.
Veio uma asa ao lago.
Minha mão arrefece
Nestas coisas que afago.
Que maneira de amor
Fui, no menino ido!
Agora, seja o que for
Já no homem cumprido.
Fui, no menino ido!
Agora, seja o que for
Já no homem cumprido.
Até ao último fio
Poupei o dote divino.
O homem de Deus perdi-o;
Só salvei o menino.
Poupei o dote divino.
O homem de Deus perdi-o;
Só salvei o menino.
Esse me leva e enche
Como uma onda do mar;
Minhas fraquezas preenche,
Que a grande força é brincar.
Como uma onda do mar;
Minhas fraquezas preenche,
Que a grande força é brincar.
Já vai escurecendo;
O sangue pára de arder.
Agora, o que digo acendo
Para não me perder.
O sangue pára de arder.
Agora, o que digo acendo
Para não me perder.
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