O método de Deus é o da humildade – Deus faz-se um de nós – é o método realizado na Incarnação na casa simples de Nazaré e na gruta de Belém, o da parábola do grão de mostarda. É preciso não temer a humildade dos pequenos passos e confiar no fermento que penetra na massa e lentamente a faz crescer.» «O nosso modo de viver na fé e na caridade torna-se um falar de Deus no hoje, porque mostra com uma existência vivida em Cristo a credibilidade, o realismo do que dizemos com as palavras, que não são só palavras, mas mostram a realidade, a verdadeira realidade. E nesta atitude devemos estar atentos a colher os sinais dos tempos na nossa época, discernindo as potencialidades, os desejos, os obstáculos que se encontram na cultura atual, em particular o desejo de autenticidade, o anseio à transcendência, a sensibilidade pela salvaguarda da criação, e comunicar sem temor a resposta que oferece a fé em Deus.» Como falar de Deus ao nosso tempo segundo Bento XVI.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
MÁGOAS
As mágoas ficam...por mais que tentamos esquecer.
Estão cravadas na alma,e torturam,fazem-nos mal...como se fossem uma
praga,sobem do coração á cabeça,e moem,retraçam...tiram o sono,tiram a
fome...as mágoas roem a alma.
Como se fosse uma dor,que doi,que moi...o analgesico não atua!
Está escondida,mirrada,acabrunhada,,..adormecida por momentos,depois
volta ...com mais força,mais dor,mais mágoa!
Vamos tentar viver sem ela,mas está lá,viva! como um calo,uma frida,uma
queimadura...
Tentar "matar" a mágoa.....mas.a mágoa vai comigo,disfarçada,camuflada e
quem sabe "pintada"!!!
Estão cravadas na alma,e torturam,fazem-nos mal...como se fossem uma
fome...as mágoas roem a alma.
Como se fosse uma dor,que doi,que moi...o analgesico não atua!
Está escondida,mirrada,acabrunhada,,..adormecida por momentos,depois
volta ...com mais força,mais dor,mais mágoa!
Vamos tentar viver sem ela,mas está lá,viva! como um calo,uma frida,uma
queimadura...
Tentar "matar" a mágoa.....mas.a mágoa vai comigo,disfarçada,camuflada e
quem sabe "pintada"!!!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
CINEMA
Cinema
Cloud Atlas: cinco séculos e três horas
Quando em 2004 o escritor irlandês David Mitchell concluiu "Cloud Atlas", não perdeu tempo a pensar na hipótese de adaptação ao cinema. Acolheria por isso com surpresa o convite dos realizadores/argumentistas Lana e Andy Wachowsky para colaborar na adaptação do argumento para um filme a contar ainda com a direção de Tom Twyker. Na certeza de que tal colaboração só poderia constituir uma enorme mais valia para ambas as versões.
"Cloud Atlas" revela-nos as vidas de várias personagens que ao longo de séculos se cruzam, se encontram e se perdem, num ciclo de nascimento e morte.
Empreendimento difícil e arriscado, a transposição de um livro que implica seis segmentos a serem geridos por três mãos, no entretecer de histórias que atravessam 500 anos de História, teria a sua aposta mais elevada na capacidade de transformar a riqueza e inovação literárias do original para uma linguagem cinematográfica equivalentemente fértil.
Também por isto, merece ser visto!
"Cloud Atlas" (164') estreia esta quinta-feira em Portugal
Susan Sontag, autora norte-americana já desaparecida, levantava-se contra a interpretação. O mundo, dizia, encheu-se de comentários. Vivemos de coisas em segunda mão e cada vez estamos mais distantes da fonte. Uma fé vivida aqui e agora não se deixa capturar pelo comentário mas antes de tudo ajuda-nos a ser. A fé tem de ser uma escola do olhar, do odor, do sabor, do sentir, da escuta. A espiritualidade não se separa dos sentidos, que são portas interiores para o encontro profundo com Deus. Precisamos de uma mística do quotidiano. Deus não vem ao nosso encontro numa praça que nunca visitámos nem bate a uma porta onde não estamos.
Deus é a nossa companhia,mesmo que não pedimos! Ajuda-nos mesmo que não queiramos!
Deus vem ao nosso encontro,quando estamos sós,quando estamos doentes,quando precisamos,
seja qual for o motivo.É bom termos Deus do nosso lado,é bom sabermos que não estamas sós,
é bom sentimos a presensa Dele,numa flor,no cantar dum pássaro,no sol que nos ilumina.até na
chuva que rega as plantas,limpa o pó do mundo...A espiritualidade está aqui no dia a dia da nossa
vida,na nossa mente,na nossa crença...no nosso Deus!
Deus é a nossa companhia,mesmo que não pedimos! Ajuda-nos mesmo que não queiramos!
Deus vem ao nosso encontro,quando estamos sós,quando estamos doentes,quando precisamos,
seja qual for o motivo.É bom termos Deus do nosso lado,é bom sabermos que não estamas sós,
é bom sentimos a presensa Dele,numa flor,no cantar dum pássaro,no sol que nos ilumina.até na
chuva que rega as plantas,limpa o pó do mundo...A espiritualidade está aqui no dia a dia da nossa
vida,na nossa mente,na nossa crença...no nosso Deus!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
S.Teresa de Jesus
“O
caminho de perfeição” de Teresa de Jesus: o poder de uma metáforaO
título da obra de S. Teresa de Jesus, conhecida como “Caminho de perfeição”,
está cheio de aberturas sugestivas a uma imensa riqueza de conteúdos humanos,
culturais e espirituais. Enquanto usa a metáfora do caminho, remete para a
conceção da vida humana como uma viagem, que dá unidade à diversidade de
episódios e de experiências e decorre entre progressos e retrocessos, sucessos e
fracassos, perdas e ganhos, conquistas e derrotas, ditas e desditas. Vista como
metáfora da existência humana vivida ou por viver, o caminho aparece como
narrativa com sentido.
Depois de S.Teresa de Jesus,cair na nossa mente,não mais sai...ajuda a nossa vida atribulada...
A força e o nosso caminho tem que ter um modelo de santidade que emana o bem querer que transparesse numa existência de santidade.
Depois de S.Teresa de Jesus,cair na nossa mente,não mais sai...ajuda a nossa vida atribulada...
A força e o nosso caminho tem que ter um modelo de santidade que emana o bem querer que transparesse numa existência de santidade.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
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