«A esperança cura, enquanto a desesperança adoece-nos»,
considera o padre José Tolentino Mendonça, em entrevista
publicada esta quarta-feira no “Destak”. «Devemos rezar
para abrir o coração à vontade de Deus
Devemos rezar para abrir o coração à vontade de Deus.
Rezar para viver bem em plenitude,
todos os momentos da vida inclusivamente
os de contradição, de ferida, de doença, de crise. Rezar para
que sejamos capazes de tirar partido desses momentos»,
diz o diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
O vice-reitor da Universidade Católica sublinha também que
é preciso dar mais tempo ao encontro com outros e com Deus:
«O nosso ativismo às vezes é uma barreira na relação.
Precisamos de uma pedagogia da audição, de nos escutarmos
mais uns aos outros: há demasiada vida calada, vida submersa».
considera o padre José Tolentino Mendonça, em entrevista
publicada esta quarta-feira no “Destak”. «Devemos rezar
para abrir o coração à vontade de Deus
Devemos rezar para abrir o coração à vontade de Deus.
Rezar para viver bem em plenitude,
todos os momentos da vida inclusivamente
os de contradição, de ferida, de doença, de crise. Rezar para
que sejamos capazes de tirar partido desses momentos»,
diz o diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
O vice-reitor da Universidade Católica sublinha também que
é preciso dar mais tempo ao encontro com outros e com Deus:
«O nosso ativismo às vezes é uma barreira na relação.
Precisamos de uma pedagogia da audição, de nos escutarmos
mais uns aos outros: há demasiada vida calada, vida submersa».

